O ganho: menos reinternações e mais eficiência da equipe. A evidência internacional sustenta o caminho: na Alemanha, o estudo TIM-HF2 (Lancet, 2018), com pacientes de insuficiência cardíaca acompanhados à distância por uma equipe que respondia aos alertas, reduziu em 20% os dias perdidos por internação cardiovascular não planejada ou morte, e a mortalidade geral caiu cerca de 30%. Em 2020, o sistema público alemão incorporou esse acompanhamento ao cuidado padrão dos pacientes de alto risco.

IVP SENTINEL
Prevenção contínua de doenças crônicas, do indivíduo à cidade inteira
O MERCADO
A saúde digital no Brasil movimentou cerca de US$ 12,4 bilhões em 2025 e deve chegar a US$ 44,6 bilhões em 2034, crescendo mais de 15% ao ano, segundo estimativa da consultoria IMARC. É um mercado bilionário que ainda está no começo, e a prevenção contínua de doenças crônicas é a parte dele que mais gera economia para quem paga a conta da saúde. O IVP Sentinel chega a esse mercado com o núcleo construído, em uso, e com o caminho aberto no público e no privado.
1. O PROBLEMA QUE RESOLVEMOS
Segundo a Organização Mundial da Saúde, as doenças crônicas não transmissíveis (hipertensão, diabetes, doenças do coração, câncer, doenças respiratórias) causaram pelo menos 43 milhões de mortes em 2021, o equivalente a 75% das mortes no mundo não relacionadas à pandemia. No Brasil, só a hipertensão, o diabetes e a obesidade custaram R$ 3,45 bilhões ao SUS em 2018, entre internações, atendimentos ambulatoriais e remédios.
O cuidado ainda acontece aos pedaços: a pessoa é vista numa consulta e some até a próxima, e o agravamento só aparece quando vira internação, pronto-socorro ou afastamento do trabalho.
O IVP Sentinel acompanha a saúde da pessoa entre uma consulta e outra, avisa quando algo sai do padrão dela e leva essa informação, organizada, a quem pode agir: o próprio paciente, a família, o profissional de saúde e o gestor.
2. O QUE O IVP SENTINEL É
Um ecossistema com quatro frentes que conversam entre si. Esta é a visão completa; o estágio de cada parte está nas seções 3, 4 e 5.
- Para o paciente: vestíveis que coletam dados de saúde sozinhos, 24 horas por dia, e um aplicativo que acompanha, avisa e orienta.
- Para o profissional: um painel com prontuário, fila de atendimento, plantão, agenda e os dados do paciente já organizados, do mais fora do padrão para o normal.
- Para a clínica, o hospital e a rede pública: gestão da operação, da recepção ao financeiro, incluindo a presença e a escala dos profissionais.
- Para o gestor público e o pagador: indicadores consolidados e anonimizados, que mostram onde está o risco, quanto ele custa e onde agir primeiro.
E, onde o acesso é difícil, exames na ponta: testes rápidos feitos no próprio local de atendimento, com resultado em minutos, que se somam ao que os vestíveis coletam.
O vestível é a porta de entrada, não o produto. O valor está no sistema de inteligência artificial e de cuidado construído por trás dele.
Feito para o público e para o privado. A mesma plataforma serve ao SUS, às prefeituras e aos estados e serve às clínicas, aos hospitais e às operadoras privadas. Cada instalação é configurada para a regra do seu setor: o que envolve pagamento pelo paciente, como a agenda paga, existe só na rede privada; na rede pública, o atendimento segue gratuito e respeita o caminho do SUS.
Feito para integrar. O sistema foi desenhado para conversar com outros sistemas que ofereçam integração (API): prontuários e sistemas de gestão já em uso, laboratórios, sistemas públicos de saúde, operadoras e sistemas administrativos. Cada integração é ajustada ao sistema do cliente, que não precisa abandonar o que já tem. E o que ainda não existe, construímos sob demanda, a partir da necessidade de cada cliente.
3. O QUE JÁ FUNCIONA HOJE
Em operação e em uso interno, com dados reais:
- Coleta contínua: basta usar o vestível com o celular por perto, em casa ou na rua, inclusive pela rede móvel. Ele envia frequência cardíaca, variabilidade cardíaca, oxigenação, sono, atividade física, temperatura e outras medidas ao sistema, sem o paciente precisar fazer nada. Se a conexão cai, os dados ficam guardados no aparelho e são enviados quando ela volta, sem duplicar.
- Exames sob demanda: o paciente faz eletrocardiograma e pressão arterial pelo aplicativo, quando quer ou quando é chamado.
- Padrão individual: o sistema aprende o normal de cada pessoa e sinaliza o que foge dele, em vez de usar só tabelas gerais.
- Anamnese por inteligência artificial: uma conversa com o paciente, focada em doenças crônicas, que chega ao profissional já organizada antes da consulta.
- Painel do profissional: prontuário, fila por ordem de chegada, plantão por especialidade, cadastro e convite de profissionais com todas as especialidades da saúde e exigência de certificado digital para assinar.
- Segurança: login com segundo fator, cada profissional vê apenas os pacientes que atende, todo acesso fica registrado e o acesso externo é feito só por rede privada protegida.
Todas as medidas do vestível são apresentadas como estimativas para acompanhamento e alerta, nunca como diagnóstico. Os alertas chegam à equipe de saúde do serviço que acompanha o paciente, e a decisão clínica é sempre do profissional.
4. O QUE ESTÁ CONSTRUÍDO E ENTRA EM OPERAÇÃO A SEGUIR
- Agenda inteligente: lembra, confirma e oferece a vaga liberada a outro paciente. Na rede privada, o paciente escolhe dia e horário, aceita as regras e paga pelo link antes de confirmar, com desistência, falta, crédito e devolução seguindo regras claras e o Código de Defesa do Consumidor.
- Gestão financeira da clínica: caixa, comissão dos profissionais e conciliação, substituindo planilhas.
- Chamada do paciente na TV da recepção, com senha, sala, nome do profissional e voz.
- Tela do profissional com todos os dados do paciente organizados por data e o que está fora do padrão em destaque, de qualquer origem: vestível, anamnese e exames enviados.
- Teleconsulta e pré-consulta por inteligência artificial, que entrega ao médico o paciente já entrevistado.
- Aplicativo com lembrete de consultas e de remédios e estimativa de calorias pela foto do prato.
- Aplicativo preparado para dez idiomas, com português e inglês já revisados.
5. PRÓXIMAS ENTREGAS
- Aplicativo para iPhone, além do Android.
- Geolocalização a serviço do cuidado: o aplicativo indica a unidade de saúde, a clínica ou o parceiro mais próximo quando o paciente precisa de atendimento e, no SUS, orienta o caminho certo, começando pela unidade de referência dele.
- Controle de presença dos profissionais: registro de ponto pelo aplicativo do profissional, com hora e local, ligado à escala, ao plantão e à agenda. O gestor vê quem está em cada unidade naquele momento e pode realocar profissionais conforme a demanda real.
- Anamnese falada, para quem não escreve bem ou não enxerga bem.
- Integração com os sistemas oficiais de saúde do país (registro nacional de dados e prontuário da atenção básica), no padrão internacional de troca de dados em saúde.
- Família conectada: com a autorização do paciente, um familiar acompanha os exames e a localização do idoso e é avisado se ele para de responder ou de se movimentar.
- Leitura de exames por inteligência artificial: o paciente envia o exame nos formatos mais usados, como PDF, foto e imagem, e o sistema confere se o exame é do próprio paciente, lê, organiza e alimenta o histórico.
- Calibração própria das medidas, comparadas lado a lado com o padrão-ouro, para elevar o que hoje é estimativa.
- Validação clínica e registro na Anvisa como software de monitoramento, com meta de classe II (médio risco), conforme a finalidade de cada componente.
- Novos vestíveis e sensores (o vestível atual é apenas o primeiro), incluindo pesquisa em dispositivos de uso bucal.
- Exames na ponta (point of care): testes rápidos feitos no local do atendimento, numa unidade de saúde, na visita domiciliar da equipe de saúde da família ou numa ação em comunidade afastada, com o resultado entrando direto no histórico do paciente. É daqui que o IVP nasceu: num estudo internacional de saúde digital numa comunidade do Rio de Janeiro, exames de sangue que podiam levar até 15 dias passaram a sair em 3 minutos, durante a consulta. Os vestíveis acompanham todos os dias; os testes na ponta completam o quadro onde não há laboratório por perto.
6. O ATIVO MAIS VALIOSO: O DADO CONSOLIDADO
Esta seção mostra o que a plataforma permite construir a partir da base de dados; o estágio de cada parte está nas seções 3, 4 e 5.
Hoje, as informações de saúde de uma pessoa ficam espalhadas: o coração e o sono, a pressão e o eletrocardiograma, a história contada na consulta, os exames de laboratório e da ponta, os remédios que ela retira, as consultas que faz ou perde e o território onde vive. O IVP Sentinel foi desenhado para reunir tudo isso no mesmo lugar. Multiplicado pela população de uma cidade, vira um retrato vivo da saúde, atualizado continuamente e não a cada pesquisa anual.
Esse dado trabalha em duas camadas, separadas como a Lei Geral de Proteção de Dados exige.
Na gestão, com indicadores anonimizados, que não permitem identificar ninguém:
- Estratificar o risco da população por região, condição e faixa etária, de forma contínua.
- Planejar a rede inteira: prever a demanda por consultas, exames, leitos e remédios, comprar na medida certa, evitar falta e desperdício e dimensionar escalas.
- Direcionar equipes, agentes de saúde e campanhas para onde o risco está, e realocar profissionais entre unidades conforme a demanda de cada dia.
- Avaliar a efetividade de medicamentos, programas e protocolos na vida real, com evidência própria e contínua.
- Fazer vigilância em tempo real: perceber pela mudança de padrão de muitas pessoas ao mesmo tempo (temperatura, frequência cardíaca, sono, atividade) a chegada de surtos infecciosos, o efeito de ondas de calor, de fumaça de queimadas e de poluição sobre quem tem doença do coração ou do pulmão, muitas vezes antes de os casos chegarem às unidades.
- Ler a saúde do território: atividade física, sono e estresse por bairro, acesso a serviços e tempo de espera, apoiando decisões que vão além da saúde, como mobilidade, praças e espaços para atividade física.
- Cuidar da saúde do trabalhador em empresas e no serviço público, com indicadores do grupo e nunca dados individuais.
- Calcular o custo de cada condição e o retorno de cada ação, base para orçamento, para contratos por resultado e para mostrar à sociedade o que foi evitado.
- Gerar pesquisa de vida real em escala, para universidades, para políticas públicas e para novos produtos, algoritmos e vestíveis.
No cuidado, com dado identificado, usado só pela equipe de saúde que acompanha o paciente:
- Busca ativa: chamar antes da crise quem tem mais chance de agravar nos próximos meses.
- Encontrar quem ainda não sabe: pessoas com sinais persistentes que justificam avaliação de hipertensão, diabetes ou arritmia, encaminhadas para confirmação pelo profissional.
- Acompanhar o tratamento: identificar indícios de dificuldade de adesão ou de resposta abaixo do esperado, para a equipe avaliar e ajustar.
O mesmo dado que cuida da pessoa orienta a decisão do gestor. É isso que transforma uma solução de saúde em uma plataforma de inteligência. O dado identificado é usado no cuidado em saúde, pelos profissionais e serviços de saúde, como a lei prevê. Empresas e operadoras recebem apenas indicadores consolidados, nunca prontuário individual e nunca para seleção de risco. O que se oferece com o dado é análise e gestão, nunca venda de base de dados.
7. O QUE OFERECEMOS A CADA SETOR
Aplicações da plataforma em cada setor. O estágio de cada parte está nas seções 3, 4 e 5, e os resultados de cada aplicação são medidos no piloto de cada cliente.
7.1 GOVERNO (ESTADO E UNIÃO)
A dor: custo crescente das doenças crônicas, internações evitáveis e pouca visibilidade do que acontece entre uma consulta e outra.
O que oferecemos: acompanhamento contínuo de populações de risco, indicadores consolidados por região, vigilância em tempo real, controle de presença dos profissionais da rede, apoio à formulação e à avaliação de políticas públicas e integração com os sistemas oficiais de saúde e com os sistemas que o estado já usa.
O ganho: menos internações por condições que a atenção básica poderia controlar, uso mais inteligente do orçamento, transparência sobre a força de trabalho paga e decisões baseadas em dado contínuo.
Como contratar: o modelo de contratação pública de solução inovadora (Lei Complementar 182/2021), o mesmo usado pela NoHarm com uma secretaria estadual de saúde. Já temos o modelo de proposta preparado: piloto com entrega de vestíveis e sistema, licença de uso ao órgão público e possibilidade de contrato de fornecimento posterior, sem nova licitação, como a lei permite.
7.2 PREFEITURA
A dor: unidades básicas lotadas, pronto-atendimento sobrecarregado por crises que poderiam ter sido evitadas, compra de remédios às cegas, pouca informação por bairro, população de distritos e áreas rurais que precisa viajar para ser atendida e a presença dos médicos nos plantões, hoje alvo de fiscalização de órgãos de controle, de vereadores e de debate constante nas redes sociais.
O que oferecemos: um painel de gestão municipal, oferecido sem custo ao gestor, com indicadores consolidados da cidade, e um sistema construído sob medida para cada prefeitura, de acordo com a sua necessidade. O cidadão pode pedir a medicação de uso contínuo pelo aplicativo, que também indica a unidade de saúde mais próxima e respeita o caminho do SUS. Controle de presença dos profissionais ligado à escala e ao plantão, com a visão em tempo real de quem está em cada unidade e a realocação conforme a demanda. Cuidado no território: teleconsulta, exames na ponta feitos pela equipe de saúde da família e acompanhamento pelos agentes de saúde resolvem no próprio bairro ou distrito o que antes exigia viagem. O paciente se desloca quando há indicação médica.
O ganho: menos procura desnecessária ao pronto-atendimento, menos gasto com transporte de pacientes, menos tempo perdido pela população, compra de remédios na medida certa, equipes onde o risco está, plantão com o profissional presente e comprovado, acesso a exame onde não há laboratório e uma cidade que pode mostrar resultado mensurável em saúde.
7.3 SUS (REDE PÚBLICA DE ATENDIMENTO)
A dor: o paciente crônico só é visto quando piora; a equipe não tem como acompanhar todos entre as consultas.
O que oferecemos: o paciente monitorado em casa, com alerta organizado para a equipe da atenção básica; anamnese pronta antes da consulta; fila, plantão, controle de presença e chamada na recepção; exames na ponta feitos pela equipe de saúde da família nas visitas e nas ações em áreas remotas; integração com o registro nacional de dados de saúde. Tudo gratuito para o cidadão.
O ganho: a equipe atende primeiro quem mais precisa, a consulta rende mais, o paciente não se desloca sem necessidade e a crise é percebida antes de virar emergência.
7.4 HOSPITAIS
A dor: reinternação, pronto-socorro lotado, alta sem acompanhamento e gestão de agenda e fila.
O que oferecemos: acompanhamento do paciente depois da alta, com aviso precoce de piora; triagem e fila organizada; painel do profissional, agenda, plantão, controle de presença e recepção; gestão de toda a estrutura, do consultório ao hospital de referência, com qualquer especialidade; integração com os sistemas que o hospital já usa.
7.5 OPERADORAS DE SAÚDE
A dor: sinistralidade, internações evitáveis e beneficiários crônicos que só aparecem quando o custo já é alto.
O que oferecemos: programa de gestão de crônicos com acompanhamento contínuo, aviso à equipe de saúde quando o beneficiário está piorando, pré-consulta e teleconsulta, indicadores consolidados da carteira, para cuidar e nunca para seleção de risco, e integração com os sistemas da operadora.
O ganho: menos internações evitáveis e menor sinistralidade, beneficiário mais saudável e fiel, e um diferencial de produto para vender planos.
7.6 CLÍNICAS PARTICULARES
A dor: falta de pacientes, agenda ociosa, recepção sobrecarregada, gestão em planilhas e paciente que some depois da consulta.
O que oferecemos: agenda com pagamento antecipado e regras de falta, prontuário com certificado digital, fila e chamada na TV da recepção, gestão financeira, controle de presença da equipe e o paciente acompanhado em casa entre as consultas.
O ganho: menos faltas, receita antecipada no agendamento, retorno e fidelização do paciente, e uma clínica que opera num sistema só. A primeira clínica do ecossistema, com uma base de cerca de 22 mil pacientes cadastrados ao longo dos anos, já está recebendo o sistema para implantação e teste.
7.7 CONSUMIDOR FINAL
A dor: medo de descobrir tarde demais, cuidado caro e distante, família longe.
O que oferecemos: o vestível e o aplicativo que acompanham a saúde 24 horas, avisam quando algo muda, orientam e levam ao atendimento certo, indicando o lugar mais próximo; anamnese por inteligência artificial; envio e leitura de exames; lembretes de consultas e de remédios; foto do prato; família conectada; modo esporte.
O ganho: tranquilidade, autonomia e prevenção de verdade, com um ecossistema que cresce com novos vestíveis.
8. QUEM CONSTRÓI
Bruno Renato Matos Machado é empresário do setor de saúde e tecnologia e trabalha com inteligência artificial aplicada à gestão, à operação e à prevenção. É fundador e presidente do Instituto Vida Preventiva e fundador da BMK Clínica Multidisciplinar, com médicos e dentistas, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul.
Formado em Odontologia, com especialização em Ortodontia e Ortopedia Facial e MBA em Gestão, Governança e Setor Público pela PUC-RS, com trabalho de conclusão sobre parceria público-privada. Começou atendendo comunidades carentes e escolas públicas, experiência que deu origem ao Instituto. Desde 2018 dedica-se à inteligência artificial aplicada à prevenção em saúde e hoje está em dedicação exclusiva ao IVP Sentinel. De 2018 até hoje, investiu R$ 7,5 milhões em recursos próprios no projeto.
Autor e titular do registro do software no INPI. Projeto selecionado para o programa de aceleração MS Inova Impacto, do Sebrae/MS, e indicado ao ILS 2026, no Japão. Autor e coautor de artigos científicos, com trabalho apresentado em congresso nacional de inovação e pesquisa em promoção da saúde. Mentor de startups no Eleva Start. Cidadão honorário de Campo Grande. Autor de dois livros em revisão final para publicação: "O fim que não chegou", sobre medicina e inteligência artificial, e "A Próxima Pele", que conta a sua trajetória desde o primeiro trabalho, aos 15 anos.
Construiu o sistema do zero e conhece cada parte dele. Tem presença pública, rede de relacionamento com gestores e capacidade de comunicação prontas para apoiar a expansão, em mídia, eventos e junto a gestores públicos e privados. Está pronto para liderar a expansão como parceiro de quem investir.
Publicações no ORCID
- ECOSSISTEMA IVP: INTEGRAÇÃO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E DISPOSITIVOS VESTÍVEIS MULTIMODAIS PARA O MONITORAMENTO REMOTO DE DCNTS
Anais do II Congresso Nacional de Inovação e Pesquisa em Promoção da Saúde, 2026
DOI: 10.51161/ii-conipps/83153
- SUPERLOTAÇÃO NOS SERVIÇOS DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA: IMPACTOS NO TEMPO DE ATENDIMENTO, NA SEGURANÇA DO PACIENTE E NA QUALIDADE DA ASSISTÊNCIA
Revista Tópicos, 2026
DOI: 10.70773/revistatopicos/788231433
- URGÊNCIA E EMERGÊNCIA NA PERSPECTIVA MULTIDISCIPLINAR: INTEGRAÇÃO DE SABERES, PRÁTICAS ASSISTENCIAIS E CUIDADO AO PACIENTE CRÍTICO
Estudos em Ciências da Saúde, Vol. 7, 2026
DOI: 10.46898/home.ms2gicmqr9o7
- TECNOLOGIAS EMERGENTES E AGENTES AUTÔNOMOS DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL COMO IMPULSIONADORES DA TRANSFORMAÇÃO DIGITAL NO SÉCULO XXI
Ensinar, Aprender e Transformar: Percursos da Educação, 2026
DOI: 10.63330/aurumpub.067-008
- O IMPACTO DAS REDES SOCIAIS NA SAÚDE MENTAL DOS ADOLESCENTES: A IMPORTÂNCIA DA ATUAÇÃO MULTIDISCIPLINAR NA PREVENÇÃO E NO CUIDADO
Revista Tópicos, 2026
DOI: 10.70773/revistatopicos/785202692
9. POR QUE AGORA
O núcleo do sistema existe e funciona com dados reais. O modelo de contratação pública já está preparado. A primeira clínica, com uma base de cerca de 22 mil pacientes, já está recebendo o sistema. O que falta é escala: equipe, vestíveis em volume, hospedagem pública, validação clínica e entrada no mercado. Quem entra agora entra com o núcleo do produto construído e em uso, o caminho público desenhado e o fundador ao lado.
10. CONTATO
Bruno Renato Matos Machado
Empresário do setor de saúde e tecnologia
Inteligência artificial aplicada a gestão, operação e prevenção
Telefone: +55 67 98162-3979
E-mail: machadodrbruno@gmail.com
Instagram: https://www.instagram.com/drbrunormm/
LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/bruno-machado-80064b20/
Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/9397942676967910

Instituto Vida Preventiva
Telefone: +55 67 98132-2232

BMK Clínica Multidisciplinar
Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil
FONTES
- Organização Mundial da Saúde, ficha sobre doenças não transmissíveis (2025).
- Nilson EAF e outros, Custos atribuíveis à obesidade, hipertensão e diabetes no SUS, Brasil, 2018. Revista Panamericana de Salud Pública, 2020.
- Koehler F e outros, TIM-HF2. The Lancet, 2018.
- Spethmann S e outros, Telemonitoring for Chronic Heart Failure: the 20-Year Journey From Concept to Standard Care in Germany. Journal of Medical Internet Research, 2024.
- Lei Complementar 182/2021; Lei 13.709/2018 (LGPD); Resolução RDC Anvisa 751/2022.
- IMARC Group, Brazil Digital Health Market (estimativa de mercado, 2025 a 2034).



































































